qui. maio 23rd, 2019

Em meio ao contingenciamento no MEC, Professores da USP recebem acima do teto constitucional

Em meio à crise com manifestações da esquerda sobre contingenciamento de gastos no MEC, a verdadeira balbúrdia são os altos salários dos professores e funcionários das universidades públicas.

Texto por: Guilherme Bardavira, estudante da USP.

“Falta dinheiro para a Educação”, provavelmente você já ouviu um esquerdista repetindo essa frase, principalmente nos dias mais recentes, com os famigerados cortes feitos pelo governo atual (“culpa de Jair Bolsonaro”).

Só que as chances são ainda maiores dessas pessoas não saberem como realmente funcionam os gastos do ensino superior público, afinal, só sabem repetir o que ouvem da ‘Grande Mídia’, mal sabem eles o quão mal gerido é o orçamento nessas instituições, o quanto desse dinheiro ‘vaza pelo ladrão’, o quanto os próprios estudantes, que cegamente atiram pedras contra o governo, são lesados pela má administração de seus amados reitores (elegidos por suas uniões estudantis).

Em matéria para o Bom Dia Brasil, vê-se uma clara disparidade entre o que deveria ser e o que realmente acontece, em 2014, cerca de 2000 funcionários e professores da maior universidade do país, a USP, recebiam mais do que o governador de São Paulo, ou seja, mais de R$20.000. Além dos funcionários atuais que recebem acima do teto, professores aposentados chegavam a receber R$60.000, três vezes mais que o teto do estado.

Se isso não é balbúrdia, eu não sei o que é.

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