qui. maio 23rd, 2019

Em entrevista, Senador Jorge Kajuru faz graves denúncias contra membros do STF

Na entrevista o Senador faz duras acusações a Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além de nomear Ministros possivelmente a favor da instalação de um CPI que investigue o Poder Judiciário.

Em entrevista concedida no início da noite de ontem (25) ao Canal de Notícias Terça Livre, o Senador Jorge Kajuru (PSB-GO) comentou sobre as últimas ações do Supremo Tribunal Federal, Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Judiciário que correrá no Senado e o cerceamento de opinião a órgãos de mídia. Ele deu nome aos Ministros que não se opõem, e aos que se opõem, ao trâmite da CPI da Lava-toga.

O Senador confirmou que a Ministra Cármen Lúcia é uma das que apoia a instalação da Comissão de Inquérito Parlamentar. Ele fez menção a outros Ministros que possivelmente concordariam, são eles: Luís Edson Fachin, Marco Aurélio Mello e Luiz Roberto Barroso.

Para ele, há quatro Ministros na Suprema Corte que devem sair: Gilmar Mendes (este que o Senador defende abertamente o Impeachment), Ricardo Lewandovski, Antônio Dias Tofolli e Alexandre de Moraes. A respeito deste último, ele mencionou fato conhecido para os paulistas: seu envolvimento com Primeiro Comando da Capital (PCC) e cooperativas que possuem integrantes da facção, da qual ele foi advogado, aqui no estado de São Paulo.

Imprensa tem ‘rabo preso’ com STF, em especial Gilmar Mendes, e é corrupta -diz Kajuru.

Só posso dizer o que acompanhei ao longo dos meus 40 anos de carreira […] conheço a imprensa como ninguém, é o quarto poder, porém um dos mais corruptos, senão o mais corrupto; que a imprensa faz o jogo à sua maioria, faz. Tem o rabo preso com o Supremo Tribunal Federal, em especial com Gilmar Mendes; há vários veículos de imprensa no Brasil que tem negócios com Gilmar Mendes […]”.

Na fala, ele acusa Mendes de trocar patrocínio em seus negócios, feitas por parte das empresas de mídia, em troca de votações e decisões favoráveis no tribunal. Acompanhe a entrevista na íntegra:

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