sex. maio 24th, 2019

Época publica matéria indignada contra ICON e UNECON. Por que motivos?

Em matéria tendenciosa, a Revista Época -que pertence ao Grupo Globo-, demonstrou certa indignação e espanto com o fato de haver, no Brasil, uma organização estratégica de movimentos conservadores criados para combater a ideologia de esquerda, mediante meios adotados e criados pela própria esquerda.

A matéria é coerente em afirmar que movimentos como UNE, UJS e similares são de linha progressista -vindo da grande mídia isso certamente é espantoso, um avanço e tanto. A UNECON nasce com a intenção justamente de combater o trabalho dessas instituições reconhecidamente de esquerda, através justamente do modo pelas quais elas atuam. E está corretíssima nesse intento, uma vez que uma força só pode ser efetiva e democraticamente combatida através de outra força com igual intensidade, poder e meios de ação.

Quando a matéria cita o Instituto Conservador, esquece de pontuar que importantes projetos também serão gestados e já vêm sendo trabalhados em seu interior, em áreas como: ações sociais, imprensa, cultura, esporte, educação e etc. Mais importante de tudo, o ICON -ou think-thank, como eles preferem se referir-, não terá por trás de si qualquer figura similar à de pessoas como George Soros (bilionário húngaro-americano que criou -este sim- um think-thank chamado Open Society Foundation que financia, desde as sombras e bastidores, as causas de esquerda ao redor do mundo, tais como: aborto, liberação de drogas, agenda gayzista, ambientalista, globalista, entre outras pautas progressistas). Ao contrário, o sustento do ICON virá dos próprios membros associados que contribuirão para que suas ideias sejam propagadas.

A própria UNECON e o Direita São Paulo (chamados de tentáculos na matéria) são só locais de acolhimento para estudantes e alunos de escolas e universidades que sentem-se desprovidos de um espaço para encontrar colegas que pensem igual, onde poderão se reunir sem a censura de esquerda praticada nas instituições de ensino, e também trará a democracia e o direito de pensar diferente para dentro dos locais que deveriam ser os poços do desenvolvimento e do saber, do livre debate. Hoje, esses alunos são achincalhados, tolhidos de terem e expressarem opinião, além de ter sua fé vilipendiada sem poderem contar com a proteção ou apoio daqueles que dizem (ou, que deveriam) representá-los.

Como a própria revista descreve, os meios de atuação e as atividades praticadas pela UNECON não são em nada parecidas com a de UNE, UJS e afins. Pelo contrário, as atividades propostas, como gincanas e musicalidade, serão saudáveis e no sentido de agregar conhecimento e conteúdo, contribuindo na formação dos jovens que a comporão. Bem diferente do que ocorre hoje na UNE, com seus piquetes e gritos de incentivo ao ódio, alienação e cisão social.

A sociedade saudável é a que dá voz aos diferentes lados de maneira igual. Hoje, vivemos tempos de doutrinação e achacamento promovidos por uma esquerda desordeira, que tomou movimentos estudantis, universidades, escolas, imprensa e igrejas, enfim, tornou-se hegemônica na sociedade e calou as vozes dissonantes. O que o Instituto Conservador pretende fazer, através da atuação de movimentos como o UNECON e o Direita São Paulo (que teve papel importante nas manifestações contra o PTismo e pelo Impedimento da guerrilheira Dilma Rousseff), é trazer de volta o equilíbrio democrático, onde um lado e outro possam ser ouvidos e possuam meios e forças equivalentes para propagarem suas ideias. O politicamente correto e a hegemonia socialista de Gramsci impuseram uma ditadura branca à sociedade brasileira, onde um lado pode tudo, até ameaçar, xingar e mentir, enquanto ao outro lado cabe baixar a cabeça, calar-se e agradecer aos esbravejantes que -ainda- não a tenham mandado para o paredão, como foi feito com dissidentes em Cuba e China, para ficar só em dois exemplos amados por UNE e UJS.

Sobre esse último parágrafo, a guerra assimétrica, veja o que o Professor Olavo de Carvalho nos ensina neste excelente artigo.

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