qua. mar 20th, 2019

Enquanto a imprensa culpa jogos de vídeo-game e armas, pessoas próximas ao criminoso do massacre de Suzano afirmam que o garoto sofria distúrbios

Com informações de Portal R7.

Uma funcionária da escola Professor Raúl Brasil, que preferiu não ser identificada, afirmou ter ficado frente a frente com o garoto de 17 anos que cometeu o crime bárbaro ontem (13) em Suzano. Ela comentou com pessoas próximas que Guilherme Taucci sofria de distúrbios psicológicos, além de problemas familiares.

Vizinhos da escola chegaram a a comentar que mãe do garoto é usuária de drogas, por isso ele vivia com o avô. Também há relatos que o garoto sofreu alguma forma de bulling na escola, e que isso tenha o levado a cometer a atrocidade.

A moça contou a um amigo que o garoto tinha uma relação boa com ela, guardava um “carinho especial”. Isso possivelmente a salvou do pior.

Atribuir o que aconteceu a fatores únicos e exclusivos -como a imprensa tem feito ao culpar as armas ou os jogos- é fazer um reducionismo esdrúxulo, desconsiderando diversos fatores intrínsecos à mente do garoto e às pessoas em seu redor.

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