qui. maio 23rd, 2019

Mohamed Salah e o “amor” Islâmico

Uma notícia que vem ganhando destaque na área do esporte esse final de ano, e não é nenhuma grande premiação, ou títulos importantes a clubes e jogadores. O que vem chamando atenção do público é o fato de Mohamed Salah, jogador do Liverpool da Inglaterra, se envolver em mais uma polêmica quando o assunto é a questão política e religiosa.

Muitos pregam que a religião muçulmana pode ser considerada a religião do amor, pelos ensinamentos passados de geração em geração. Porém, na prática, não é o que acontece. Recentemente, jornais israelenses deram como certa a contratação do atacante Moanes Dabbur, que atualmente joga pelo Red Bull Salzburg, para o Liverpool. Caso a transação ocorra, Salah ameaça a diretoria da equipe inglesa de deixar o clube, pelo simples fato do atacante Dabbur ter nascido na Terra Santa, e Salah, egípcio, defender a liga arábe.

Essa não é a primeira vez que o atacante se envolveu em uma polêmica envolvendo israelenses. Ainda quando atuava pela Basileia, Salah resolveu não cumprimentar os jogadores do Maccabi Tel-Aviv, antes do encontro pela Champions League em 2013. Diante dos israelitas, com quem egípcios tem uma relação complicada historicamente, Mohamed Salah simplesmente abandonou a formação que os jogadores fazem para cumprimentar os adversários (protocolo da UEFA e da FIFA).

Egípcios não reconhecem o Estado de Israel por questões políticas e históricas, além também de a religião muçulmana ser completamente contrária às tradições cristã-judaicas. Mohamed Salah, que foi considerado nessa temporada o terceiro melhor jogador do mundo, deixa explícito do ‘amor’ que eles pregam, e, mais ainda a imbecilidade da intolerância religiosa Islâmica, além, claro, do terrorismo irrefreável praticado pelo Islã em todo o globo.

O fato de ele deixar-se levar por essas questões dentro de campo (no esporte em geral), nos faz ver quem não está disposto a ter um diálogo aberto, e a convivência pacífica. Aliás, a força que o Islã vem ganhando através dos tempos é algo que Olavo de Carvalho já citou como incomparavél:

“A força que essas organizações representam no Islam não tem nada de comparável no Ocidente. Mesmo se você for investigar as sociedades esotéricas e secretas aqui, elas existem, é claro, mas não têm essa profundidade, não têm, sobre a totalidade da população, a autoridade espiritual tremenda que as taricas têm. [No Islam shiita, a coisa é mais complicada ainda porque há outras redes de organizações esotéricas, independentes das taricas, com uma filosofia messiânica própria.] Então é dessas taricas [e similares] que vem o comando, mas não de uma maneira direta. Não há um comando estratégico que diz ‘faça isso’ ou ‘faça aquilo’, mas é dali que surgem as idéias e as tendências e, no plano das guerras espirituais e culturais, evidentemente a ação provém das taricas. Por exemplo, eu estou seguro de que não é possível explicar a história do século XX, em absolutamente nada, sem levar em conta a ação de enviados de organizações islâmicas que agem no Ocidente há mais de um século exercendo uma influência muito sutil sobretudo na elite intelectual. Antes de vir esse ataque por baixo, que é a imigração [como arma de guerra cultural], essa agitação toda e o próprio terrorismo, muito antes disso havia uma ação por cima, através da dissolução da elite intelectual ocidental, [seguida pela] sua reorganização em termos islâmicos.”

Ou seja, em toda essa polêmica, que envolve mais uma vez Mohamed Salah, não há só uma simples questão de pensamentos e ideais, mas, por atrás de tudo isso se encontra uma guerra cultural, onde os islâmicos tentam chegar aos holofotes, para então poderem exercer todo seu autoritarismo e automatismo histórico.

A forma como a mídia mundial vem tratando essa questão é assustadora, tirando, é claro, um ou dois veículos que fazem breves comentários sobre o caso. Não se vê notas de repúdio de nenhuma parte acerca desse episódio, porém, fosse situação contrária, se o atacante Israelense se recusasse a ser colega de equipe do Egípcio, um reboliço estrondoso seria exposto em todos os meios de comunicação.

Segundo pessoas próximas a Salah, “O jogador só está focado em jogar futebol” e “Ele não opina quem o Liverpool deve ou não contratar”, uma velha desculpa de quem quer abafar um caso, e mesmo com números muito bons a favor de Moanes Dabbur, a transação corre risco de não acontecer pela simples ignorância e intolerância pregada pelo Islã!

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