sáb. ago 17th, 2019

Por: Ítalo Toni Bianchi

Cristãos unidos por Bolsonaro: Como a imprensa tentou jogar católicos contra evangélicos.

Devemos estar preparados para todo tipo de mentira baixa contra Jair Bolsonaro, seu governo e sua família daqui para diante. Nos próximos quatro anos a imprensa, dominada em sua maior parte pelos 50 tons de vermelho existentes na esquerda, o atacará através de mentira, desinformação, balões de ensaio facilmente desmentidos, mas que causam um estrago, enfim. É sabido, a mídia de modo geral está contaminada pelo marxismo, seja por “profissionais” assumidamente comunistas (como os de Mídia NIINJA, Brasil 247, quebrando tabu, entre outros), travestidos de isentões (as árvores das redações de O Globo e Folha de São Paulo produzem desses frutos às dezenas) ou que tenham sua fala, opinião e passado ligados ao pensamento político revolucionário (como é o notório caso da ex-guerrilheira Miriam Leitão).

Diante desse quadro, surge a oportunidade para que mídias alternativas e pessoas realmente interessadas em se preparar e fazer frente ao domínio da linguagem e a essa militância dominante de esquerda que tomou conta das redações, pessoas que, através de um trabalho sério e que também tem um lado (a diferença é que nós assumimos isso, reconhecemos e fazemos questão que você saiba qual é nossa linha de pensamento; eles fazem militância disfarçada de jornalismo, têm um lado enquanto se auto proclamam isentos). Isto é necessário para que o leitor/consumidor pondere as informações e, aí sim, forme sua opinião acerca dos assuntos correntes. O próprio Observatório Brasil surge nesse âmbito (e, além de nós há muitos outros). Conte conosco para ter opinião conservadora, defesa desses valores conservadores aqui!

No último dia 18 alguns veículos de informação, como O Antagonista e Folha de São Paulo, pulicaram uma matéria mentirosa dizendo que a futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, estava retirando obras sacras, porquê católicas, do Palácio da Alvorada. Na guerra da linguagem o interesse é em fazer uma manchete sensacionalista e que induza o leitor desavisado a pensar algo diferente do que realmente se passou. Nesse caso, a intenção era desgastar a união cristã que presenciamos durante a campanha de Bolsonaro ao Planalto, uma vez que Católicos e Evangélicos juntaram forças para elegê-lo, passando para o desavisado a ideia de que Michelle (evangélica) não queria as imagens lá pelo fato de serem representações ligadas à fé católica. 

Ela mesma, em comentário postado na página do Instagram “carteiroreaca” (conforme imagem), explicou que não se tratava de uma medida religiosa, mas organizacional interna. A pseudo-denúncia teria sido feita, ainda segundo Michelle, por um funcionário petista do local. Um jornalismo que se preze teria, no mínimo, falado diretamente com os envolvidos antes de noticiar tal fato. O que mostra, mais claramente, que tudo não passou de uma forma de tentar jogar evangélicos contra católicos, desgastar uma base de sustentação do futuro governo. A coisa já se mostra totalmente ilusória quando se olha para dentro da própria casa do casal, pois ambos vivem bem, cada qual com sua fé cristã (ele católico, ela evangélica). Ou seja, por quê agora haveria a necessidade de se tirar imagens do Palácio onde eles ainda irão viver? Ridículo.

Isto suscita uma importante questão no Brasil: a convivência pacífica de ambas as fés cristãs, sob bandeiras comuns aos dois lados. Diferente de outros países, não houve no Brasil guerras ou perseguição por conta de religião. Sempre tivemos o Espírito de coalizão, onde conviviam em paz negros e brancos, católicos e evangélicos, homens e mulheres, escravos e libertos, enfim (embora, é óbvio, casos isolados existam, aqui e em qualquer lugar onde haja convivência de humanos). O elemento por trás da eleição de Jair Bolsonaro é justamente este! Ele não é a figura perfeita para muitos (inclusive dentro da dita “direita”), porém é o melhor e mais próximo do ideal para grande parte dessas pessoas (tanto para conservadores, como para alguns liberais, como alguns monarquistas, anti petistas, católicos, evangélicos, espíritas, enfim). Por isso mesmo foi o escolhido.

É uma pena que pessoas ainda sejam enganadas por esses órgãos de mídia militantes, como UOL, Folha, O Globo, enfim. Não dê atenção, procure pela mídia alternativa. Ajude-a, seja financiando, seja dando audiência ou consumindo os produtos e serviços, empresas e mídias alternativas. Nós nos propomos a isso! Somos resultado dessa insatisfação e precisamos de você!

Aos evangélicos, e também por ser um deles, peço que estejam atentos à história do Brasil e sua estreita relação com o catolicismo. Somos uma nação fruto dos empreendimentos missionários católicos, da Ordem de Cristo. Não adianta negarmos, é a nossa história. Nosso país tem uma relação estreita, e até muito bonita, com o catolicismo. Cristãos, de ambas as fés, ajudaram a erigir esse grande país chamado Brasil, ajudaram a salvá-lo do comunismo em pelo menos duas oportunidades (1964 com as orações e marchas, e, em 2018, unindo forças pela eleição de Bolsonaro). 

Estejamos atentos às bandeiras mais importantes: A Pátria, os bons costumes, os valores da civilização Ocidental, em que há plena concordância. Lutemos contra a invasão do discurso ideológico em nossas cátedras, seja sob a forma de Teologia da Libertação, seja pela Teologia da Missão Integral. Vamos continuar a mostrar que cuidamos de órfãos e doentes, de hospitais, hospícios, escolas, creches, casas de recuperação. Ou seja, mostremos que as igrejas evangélicas e católicas preservam o verdadeiro cuidado cristão, testemunhado para com a sociedade não como essas teologias marxistas supracitadas -que enganam adotando esse discurso-, mas através de verdadeiros filhos e de Deus trabalhando em ambas as igrejas.

A hora é de nos unirmos sob as bandeiras comuns e deixar a questão teológica para dentro das igrejas e seminários. Fora destes ambientes, nossa luta é a mesma. Bolsonaro representa a manutenção, ou ao menos um freio, contra as ideologias perversas que querem aniquilar a igreja de Jesus e a família como Ele a concebeu.

Não se esqueça que há países muçulmanos matando cristãos, evangélicos e católicos. Não se esqueça que os teólogos da Libertação e da Missão Integral não fazem sequer uma só menção a esses mártires, mas acusam-nos (a nós, igreja) de sermos maus cristãos porque há pessoas passando fome (como se a fome fosse pior que a morte). Não se esqueça que a imprensa toda silencia quanto a esses massacres diários, onde milhares de cristãos perdem a vida somente por sua fé, mas fazem barulho quando um padre ou um pastor se recusa a fazer um casamento homossexual em sua igreja. Não se esqueça que a universidade te chama de louco por crer em Deus, mas adora o esquizofrênico regime comunista que mata cristãos e inimigos políticos em Venezuela, Coreia do Norte e China.

Não caia na armadilha de que somos inimigos; essa cortina de fumaça, infelizmente fomentada muitas das vezes dentro das próprias igrejas, serve só para impulsionar mentiras bobas, deliberadas como essa sobre Michelle Bolsonaro, e nos usar como patinhos a um intento ou jogo político.

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