qua. dez 19th, 2018

A invasão das torcidas “Antifas” no futebol brasileiro.

Como dito em um outro artigo recente (aqui), o futebol Brasileiro vem sendo há muito tempo uma espécie de palanque do movimento comunista de forma geral. Citamos diversos movimentos que fazem parte desse projeto de dominação cultural e ideológico proposto pela esquerda, entre eles, as torcidas chamadas “Antifascistas”. Em minha jornada no jornalismo esportivo, pude ver de perto como essas entidades vinham ganhando espaço no decorrer dos anos, com isso se intensificando, é claro, a partir da candidatura de Jair Bolsonaro ao cargo de Presidente da  República.

Hoje, no Brasil, existem diversas Torcidas Organizadas que levantam essa bandeira de “Resistência”. Como fazem em todas as áreas onde o comunismo e seus adeptos precisam ganhar forma, usam uma propaganda.  No futebol do Brasil, eles começaram a idealizar isso em torno da famosa frase: “Contra o futebol moderno”, simbolizando através disso uma luta  contra as novas formas de marketing, arenas, salários astronômicos e ingressos caros. Parece uma frase inofensiva, mas, mais uma vez eles surgem com ideias que parecem não trazer males, para depois enraizarem a ideologia do Marxismo Cultural. Fazem isso, também se baseando nas torcidas europeias conhecidas como “Ultras” -torcedores em sua maioria ultrarradicais- espalhando terror por aqui, como aqueles o fazem em jogos pelo velho continente.

No Livro Mente Cativa, Czeslaw Milosz, polonês que ganhou Prêmio Nobel de Literatura, já exemplificava como a ditadura comunista fechava as portas para o debate por meio da cultura,  através de uma dura doutrinação político-ideológica praticada na época, fazendo com que lugares que antes poderiam ser usados para um debate sadio e eficiente, se tornassem palcos onde a população, na verdade, passava a ser adepta de uma espécie de seita.

A polarização desses grupos é total. Como sempre, vendem o discurso de que são tolerantes, que brigam pelo coletivo e pela liberdade. Porém, esse mesmo discurso muda quando você pensa diferente, te tornando uma espécie de inimigo e buscando, claro, sua aniquilação. 

Um exemplo bem claro, foram as torcidas Antifascistas de Palmeiras e também Corinthians, após os jogadores Felipe Melo e Jadson declararem apoio ao então candidato à Presidência Jair Bolsonaro. Essas duas instituições (torcidas), divulgaram notas de repúdio aos atletas, insinuando que ambos estariam apoiando um candidato autoritário -e claro, fascista- derrubando seus falsos discursos de liberdade de expressão.

Nessa mesma semana, após a conquista do décimo título Brasileiro do Palmeiras, o presidente do clube, Mauricio Galiotte, convidou o presidente eleito, Jair Bolsonaro -que já se declarou palmeirense diversas vezes-, para assistir ao jogo que ficara marcado para entrega da taça de Campeão Brasileiro de 2018 ao time. Novamente, essa mesma torcida publicou  uma nota de repúdio, dessa vez voltada ao mandatário do clube, relatando que o mesmo teria ações fascistas, voltadas ao autoritarismo e também higienismo. O ato de convidar o futuro presidente mostrou-se completamente o contrário do que essa vertente de vândalos pseudointelectuais afirmam.

O objetivo em comum entre essas entidades, e tantas outras que tentam reger a cultura Brasileira, é um só: Centralizar o poder de forma totalitária, atingindo primeiro as castas intelectuais e também culturais, de forma que, por meio de seus ideólogos, vendam o discurso proposto pelo marxismo, tendo em vista a dominação politicamente correta e a ditadura do proletário. Não é a toa, que as muitas torcidas antifas no Brasil ostentam a faixa “Nem guerra entre torcidas, nem paz entre as classes”.

Há também torcidas que ostentam faixas e bandeiras com nomes como Carlos Marighella (guerrilheiro, terrorista e bandido que planejou a morte de diversos Militares durante o regime no Brasil), Karl Marx (filósofo alemão idealizador do marxismo), Josef Stálin (ditador russo), Ernesto Che Guevara (guerrilheiro Argentino que junto a Fidel Castro instaurou em Cuba a ditadura), Mao Tsé Tung (um dos maiores genocidas chineses), etc.

Porém, graças à crescente conservadora, o futebol acaba não sendo completamente dominado por essas pessoas, continuando a ser um espaço verdadeiramente democrático. Mesmo assim, é inevitável ver que a ideologia marxista infelizmente tem tomado conta também do esporte brasileiro, por meio desses grupos de extrema esquerda.  

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