qua. dez 19th, 2018

Por quê a esquerda é corrupta?

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Vez ou outra, vemos jornalistas, comentadores e ditos especialistas, igualando a corrupção dos governos petistas e tucanos ao jeitinho brasileiro ou aos erros dos comuns das pessoas em suas vidas cotidianas. Isso quer dizer: o fato de alguém alguma vez na vida ter furado uma fila, feito uma ultrapassagem em linha contínua, algum dia ter jogado um papel de bala no chão, brigado na escola ou se desentendido em casa com alguém da família, em suma, qualquer erro que você cometeu alguma vez na sua vida, está em pé de igualdade com a corrupção ou com a imoralidade cometida corriqueiramente por esses governos. Por isso você está na mesma estatura moral deles, e deve se calar.

Leandro Karnal, um intelectual segundo a mídia, disse certa feita que furar uma fila e roubar milhões é a mesma coisa, entre outras baboseiras. É o jeitinho brasileiro na política, nada mais. Opa, para mim não! Para mim é uma ofensa sem tamanho ser comparado, enquanto brasileiro, aos sujeitos sujos da esquerda, que não honram a pátria onde vivem e nasceram -como é o caso de José Dirceu, um sujeito que serve desde jovem a um governo estrangeiro, por meio do DGI, serviço secreto cubano. Lula também, mostrou seu total desprezo pela nação à qual deveria ter servido, nos momentos em que governava e tomava ações de política interna e externa sob orientação alienígena, seguindo ditames estratégicos do Foro de São Paulo.

Eles sempre fizeram o que foi melhor para a Pátria Grande Socialista, para a ideologia, para o “Partido Hegemônico” a que Gramsci se referiu. Aliás, intelectuais do cabedal de Leandro Karnal, Mário Sérgio Cortella, Clóvis de Barros Filho e similares, são fruto justamente da contaminação gramsciana nas universidades do país, e seu reconhecimento enquanto entidade superior do pensamento por uma parcela da população -já emburrecida por conta da fraca educação estatal- e pela maioria da grande mídia é sinal do fracasso intelectual e educacional pelo qual passamos.

A esquerda é necessariamente corrupta. E há alguns motivos para tal: os revolucionários não estão de acordo com a lei. A lei anticorrupção é, por definição, uma lei burguesa. Deste modo, não deve ser seguida. Como o próprio Marx disse na página 13 do seu Panfleto Manifesto Comunista: “As leis, a moral, as religiões são para ele meros preconceitos burgueses, atrás dos quais se ocultam outros tantos interesses burgueses”. Ou seja, desde seu mito fundador, a esquerda reconhece não querer seguir as leis. Não nos esqueçamos que durante o governo militar dos anos 70 eles roubaram lojas, bancos, assaltaram, sequestraram e plantaram bombas, tudo isso para impor ao Brasil sua visão de mundo, sua ditadura da esquerda comunista, como a cubana.

Deste modo, fica claro que roubar não é um problema. Para eles, é um dever fazê-lo quando se trata de revolução, quando se trata de garantir o caminhar do partido e dos camaradas, companheiros, para o ideal à qual eles seguem. O emblemático caso do ex-prefeito Celso Daniel (que poucos sabem, foi o coordenador da campanha de Lula à presidência em 2002) é um ótimo exemplo disso. Ele acabou tornando-se uma espécie de símbolo da tramoia petista envolvendo mortes e crimes. Porém, pode-se dizer que isso apagou o lado mais revolucionário do personagem, que se perdeu com sua transformação em mártir.

Celso Daniel, ao que se sabe, tinha conhecimento dos roubos e desvios do Partido dos Trabalhadores na região do ABC, nas companhias de transporte e de lixo. Ademais, ele acabou morrendo não por discordar do roubo propriamente, mas por sua revolta ao descobrir que o dinheiro desviado não era para o Partido (leia-se: para a revolução), mas estava escoando para pessoas e partidos aliados políticos. O PT, por sua vez, acabou matando o ex-prefeito também pelo mesmo motivo; a descoberta de quaisquer tramoias naquela ocasião faria com que o partido estivesse ameaçado de rumar à Presidência do país, atrasando a revolução, atrasando o governo para os “pobres e oprimidos”.

Escrevo este alerta para que você entenda que não existe esquerda honesta. Não existe esquerda moral. Todo esquerdista, dos radicais do PCO aos mansos PSDBistas (todos, todos, todos) estão, em maior ou menor grau, dentro de um esquema de poder chamado: movimento revolucionário. Deste modo, eles compactuam, mesmo que tacitamente, com os 100 milhões de mortos vítimas do comunismo mundial; interessam os fins, independente dos meios. Eles querem se alçar ao poder, e, uma vez lá, lutam para não mais sair, perpetuarem-se.

Para isso, não interessa se precisarão: matar, roubar, difamar, caluniar, colocar juízes que pervertam leis e sentenças, etc. Vimos isso nos esquemas sujos na mudança constitucional que permitiu a reeleição em 1997. Vimos durante o famigerado mensalão. E, desde 2014, temos visto com a investigação da Lava-jato. Vemos isso todas as vezes que o PSOL entra com medidas judiciais para fazerem suas pautas políticas passarem a ter força de lei (um ótimo meio de impor à sociedade algo que pela via democrática parlamentar eles não conseguem fazer passar). Esses movimentos de corrupção que citei foram capitaneados pelos partidos dominantes nos últimos governos de esquerda desde 1994, que, se apossando do Estado, impuseram à população brasileira a estratégia das tesouras. Tudo isso recheado de corrupção. Eles cooptam aos mais fracos, partidos e pessoas que se vendem, para depois acusá-los de um erro que eles também cometem, na verdade são a causa.

E aí, mesmo que não sejam partidos de direita, eles dizem que é. Fazem barulho e enganam a maioria das pessoas através da mídia, ambos (população e mídia) que, via de regra, pouco conhecem sobre ideologia e formação dos partidos. É a velha estratégia do decálogo de Lênin: “chame-os do que você é; acuse-os do que você faz”.

A corrupção, seja da mente, seja do erário público, é extremamente necessária para que um partido de esquerda tome o poder e se mantenha nele. Faz parte da lógica esquerdista burlar leis, criar uma nova moral social a respeito de várias coisas, inclusive do roubo (haja vista o incentivo às leis de direitos humanos e flexibilização de penas para delinquentes comuns, saídas temporárias etc). Fez parte disso o discurso, segundo à qual, se poderíamos ter um presidente analfabeto como Lula, também seria normal que todos fossem analfabetos –Lula se gabou por não gostar de ler livros– permitindo, logo após, a eleição de um poste que mal formava uma frase com a mínima coerência.

Fique esperto, não acredite quando, mentindo, te disserem que a corrupção de quaisquer destes partidos e seus integrantes é normal, igual a qualquer outro corrupto, ou que seja fruto de uma cultura nacional. O brasileiro de bem saberá escolher em 2018 pelo lado do bem, o lado da honestidade, o lado de quem veste verde e amarelo, não o vermelho da Pátria Grande Socialista. O povo já disse em 30/09/2018 que quer Bolsonaro, e ratificará a decisão em 07/10/2018 nas urnas!

 

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.

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