dom. dez 16th, 2018

Jair Messias Bolsonaro – Salvador da Pátria?

Durante os governos do delinquente Luiz Inácio Lula da Silva, na verdade mesmo antes de ele ser alçado à presidência, vimos a ascensão de um discurso “endeusador” à essa grotesca figura. Infelizmente muitos na mídia, na academia, universidades, igrejas e etc viam em Lula a figura de um libertador da pátria, alguém com uma envergadura a qual o Brasil nunca havia visto. Porquê trabalhador que subiu na vida, chegando à presidência, agora sim o povo seria liberto, agora Lula faria pelo país o que ninguém mais fez. Agora haveria futuro para a nação. Para os tolos propagandistas, o Brasil precisava de Lula, sem ele o país nada seria. Uma tolice, é claro! Essas pessoas só faziam isso (na verdade, muitas ainda o fazem) porque seu nível de conhecimento histórico a respeito da nação à qual pertencem é nulo. Estão impregnadas de ideologia marxista, e dentro do marxismo não cabe o nacionalismo -porquê se couber, ele vira Nazismo (a não ser aquele nacionalismo bobo, adaptado ao discurso de luta de classes, que torna um país miscigenado como Brasil, num império do preconceito ou refém de do nacionalismo por suas suas belezas naturais, que não foram construídas pelo povo, o conjunto da nação, mas dadas pela graça divina; baboseiras que só engole quem não conhece a rica história do Brasil).

Fruto de experimentos de engenharia social e modelos imbecilizantes de ensino, a educação brasileira foi reduzida a mera propaganda ideológico-partidária, onde professores já perpassaram a barreira da pura doutrinação: o que fazem com crianças, cada vez em mais tenra idade, nas salas de aula hoje em dia já é lavagem cerebral. A propaganda marxista, em conjunto com o sócio-construtivismo de Paulo Freire, tem feito com que crianças saiam da escola sabendo como utilizar uma camisinha, enquanto desconhecem a figura de Dom Pedro I. Os professores, por sua vez, mal o sabem também, pois sua formação superior em universidades públicas nada mais foi do que a mesma lavagem cerebral ideológica, fruto da infiltração esquerdista nas faculdades e na cultura, ensinada por Gramsci e posta em prática já durante o regime militar, desde os anos 60 e 70.

Quando você põe um sujeito de baixíssimo nível intelectual e moral como Lula no panteão dos heróis da Pátria, das duas uma: ou você rebaixará o país ao patamar de uma republiqueta, como algumas na Hispano-América ou na África -como se a história do país tivesse começado ontem-, sem um legado a zelar, e por isso precisasse urgentemente de um caudilho (como foi com Simón Bolívar e Hugo Chávez em Venezuela, por exemplo); ou estará dando a pérola da galeria do panteão dos heróis da Pátria -lugar para poucos- a um porco que não o merece, parafraseando Jesus Cristo. E a incultura de Lula já há anos é provada, Dr. Enéas Ferreira Carneiro (que Deus o tenha) o fez diversas vezes.

Se paramos para analisar algumas histórias, como: a de José Bonifácio, notório defensor do fim da escravidão e da miscigenação, da mistura entre brancos, índios e negros como símbolo de nacionalidade brasileira -o nosso patriarca da independência. Ou Dom Pedro I, homem que teve coragem de enfrentar as cortes revolucionárias de Portugal, emancipando o Brasil e indo para lá lutar pessoalmente contra o irmão, este sim déspota. Ou Dom Pedro II, o mais sábio governante que o país já teve, traído e expulso da terra que tanto amava (um homem que democraticamente aturou uma imprensa maledicente, uma injustiça sem tamanho). Ele sim foi vítima de um golpe de Estado que instaurou nossa República, ilegítima até hoje por conta disso! Fora outros grandes homens que só nós podemos nos gabar de ter na história: Pe. Manoel da Nóbrega, fundador da maior cidade da América Latina e mentor do primeiro tratado de paz das Américas! Dom João, edificador do Brasil! Bandeirantes tantos, sem nome, desconhecidos, mas que ajudaram na expansão de nossas fronteiras e dão ao Brasil um vasto e rico território! Joaquim Nabuco, intelectual, notório defensor dos negros e da abolição! Barão de Mauá, primeiro empresário brasileiro, montou no Brasil uma estrutura sem igual, iniciou um processo de industrialização, ainda que modesto, um avanço e tanto para nosso país! Enfim, isso é uma pequeníssima amostra de nossos verdadeiros heróis, é desses que devemos nos orgulhar!

Por ora, devemos tomar cuidado, pois muitos brasileiros de bem, apoiadores de Bolsonaro, por serem também vítimas desse tosco ensino mencionado, não têm o devido conhecimento e aprofundamento na história nacional, então lhes falta a referência de grandes homens do Brasil. Graças a Deus, também lhes falta a contaminação ideológica, por isso não alçaram ao patamar de heróis nacionais sanguinários como Carlos Marighela ou toupeiras como Lula. Porém, por desconhecerem nossos heróis e pais fundadores, correm o risco de creditar a Bolsonaro uma esperança messiânica. O problema nisso é, em algo dando errado no seu governo (e esperamos que não, é claro), podem ser inflamados por uma esquerda arruaceira, e poderão, com o mesmo fulgor em que o elegeram seu deus, transformá-lo em um diabo. Isso seria horrível, mancharia uma trajetória que tem tudo para logo, em as coisas caminhando como caminham, transformar-se realmente digna de memória nacional.

Seguindo a análise do Professor Olavo de Carvalho a respeito do Estamento Burocrático (que nada mais é do que os grupos que há muitos anos se apossaram do Estado Brasileiro, transformando-o num escravo de sua ideologia ou oligarquia. O que, por sua vez, gera uma revolta na população, que clama por mudanças, e agora busca pôr no governo da nação alguém que esteja lá não para tomar o Estado para si e seu grupelho, mas torná-lo realmente o que deve ser: um representante do povo). Antes não havia a quem o povo recorrer, agora há. Bolsonaro teve e tem coragem para enfrentar essa casta de demônios que se incrustou no Estado brasileiro, por isso ele é tão atacado. Também por isso é carregado nas ruas, ganhou notoriedade nacional e está na boca das pessoas, que fazem campanha para ele de graça não por uma ideologia, mas por um sentimento nacional de quererem se libertar desse estamento burocrático que cria pessoas como Lula, Michel temer, Ciro Gomes, Geraldo Alckmin e outros políticos, que se sustentam do Estado, às custas do povo. Se tudo correr bem e Bolsonaro (queira Deus) for eleito, começaremos a escrever uma história: a de um homem que lutou sozinho contra todo um sistema pútrido, que trouxe para junto de si a legitimidade através do apoio do povo carregando-o em seus braços por todo o país, que esteve à beira da sepultura, mas resistiu e ressurgiu mais forte para assumir as rédeas de uma nação à beira do precipício; libertou, enfim, o povo brasileiro da estratégia das tesouras e do estamento burocrático a que por mais de trinta anos foi subordinado, mantendo-o escravo de uma ideologia podre, que quase nos destruiu, e por um breve período maculou nossa bela história!

Portanto, meu alerta é para que você não torne Bolsonaro um herói; não por ora, ao menos. Esperemos que ele se consolide, que as mudanças naturalmente apareçam. Nos esforcemos em dar-lhe o apoio que necessitará para fazer as reformas mais que necessárias ao país. Militemos por ele. Mas, não depositemos nele a esperança última de salvador da Pátria, de herói nacional. Para isto, haverá o momento adequado, lá na frente, em um futuro próximo. Ademais, animemo-nos uns aos outros, em exortação, para irmos às fontes insaciáveis de nossa história, pegar nossos heróis de lá, pois temos muitos. Quem sabe haverá ali alguma história que possa até espelhar o nosso atual momento (talvez até a do próprio Dom Pedro I, em partes). Não corramos o risco de transformar um possível herói em vilão, por não conhecermos nosso panteão tão rico de homens grandes, genuínos heróis do Brasil, estes sim, os que devemos cultuar. Jair Bolsonaro, assim como o falecido Dr. Enéas Carneiro, é anos-luz mais inteligente e preparado que Lula, é claro. Porém, não somos esquerdistas, com mentes danificadas pela doença da ideologia revolucionária, portanto não idolatremos um homem comum. Deixemos o tempo mostrar que ele é mais um grande homem do Brasil. Por enquanto, vamos elevar ao patamar de salvador da Pátria quem já o fez por merecer!

Conheça o Brasil, conheça a sua história!

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