qua. dez 19th, 2018

Por um Movimento Soberanista Internacional

Steve Bannon – ex-estrategista da Casa Branca – está viajando pela Europa para a construção de uma grande plataforma política chamada de O Movimento. Esse projeto visa à união de todos os partidos políticos europeus que lutam para defender suas soberanias nacionais. Dentre esses partidos podemos destacar a Frente Nacional (França), a Liga (Itália) e o Partido Popular (Bélgica). A este grupo também se uniu a ala da igreja Católica liderada pelo cardeal Raymond Burke.

Bannon planeja criar um grupo forte para vencer as próximas eleições parlamentares europeias. Dessa forma a dissolução da União Europeia se dará de forma mais rápida e pacífica.
As perdas das soberanias nacionais para os burocratas de Bruxelas, a crise migratória e os movimentos geoestratégicos da Rússia nos últimos anos foram alguns dos fatores que fizeram o homem comum europeu despertar para o que está acontecendo no Ocidente. A Religião do Politicamente Correto tentou suplantar a Fé no Deus Trino. Refugiados mulçumanos eram usados de forma indiscriminada como estratégia dos globalistas para fazer do Islamismo a religião majoritária da Europa em alguns anos. Esse grande engodo fracassou, pois o grito por liberdade está percorrendo todo o Velho Continente.

Eleição após eleição tem mostrado a força dos partidos políticos patrióticos. A Polônia, a Hungria, o Reino Unido, a Itália e a Áustria são exemplos da resistência dos Estados Nacionais contra o Império Global. O Brexit foi o maior símbolo de que os dias da União Europeia estavam contados. São nos lugares mais esquecidos, longe das grandes metrópoles, que as pessoas fazem mais oposição ao globalismo. São lugares onde a cultura e as tradições são mais fortes no cotidiano popular.

Na América do Sul está em criação uma Cúpula Conservadora das Américas para fazer frente ao Foro de São Paulo. Representantes dos partidos políticos conservadores estão cotados para o encontro programado para acontecer em Foz do Iguaçu. No nosso continente grandes derrotas já foram impostas ao Movimento Comunista Internacional. Exemplos são o referendo na Colômbia, contra a legalização da FARC, os impedimentos dos presidentes Lugo no Paraguai, e Dilma Rousseff no Brasil, e a eleição de Macri na Argentina. A coroação dessa onda será a eleição de Jair Bolsonaro no próximo mês como presidente do Brasil.

Esses vários despertamentos espalhados pelo globo devem unir-se para tornar a resistência ao globalismo maior e mais forte, de forma que consiga sepultá-lo para sempre do nosso mundo. Então virá um novo Concerto das Nações, onde o mundo terá diferentes polos de poder e a acordos bilaterais tornarão o comércio entre as nações mais justo e competitivo.

Vamos juntar forças por esse ideal. Vamos votar em candidatos que tenham essa visão de mundo e nos liderem nesta jornada que se iniciou agora. Como é empolgante viver na geração de homens como Trump, Orban, Salvini, Olavo de Carvalho e Bolsonaro. Verdadeiros soldados do Senhor dos Exércitos.
Em frente!

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