qua. dez 19th, 2018

E se houver fraude eleitoral?

Por Ítalo Bianchi

Conforme já nos alertou Olavo de Carvalho, eleição com apuração secreta de votos é fraude. Para além disso, a empresa SmartMatic -responsável por todo o processo – tem diversas denúncias de problemas com seu sistema de voto. Essas dúvidas surgem até mesmo na Venezuela, país sede da empresa, com denúncias sobre suas urnas eletrônicas. Conforme cita o próprio Olavo, Stálin já dizia: “não interessa quem vota, interessa quem conta os votos”.

Mediante esse problema, podemos levantar algumas questões acerca da eleição que se aproxima:

  1. Me parece um estranho que Fernando Haddad tenha crescido tão rápido em tão pouco tempo.

Ao acostumar os ouvidos da população comum -sobretudo as pessoas que não acompanham tão de perto os movimentos e o noticiário político, ou que não se interessam tanto pelo assunto- a um crescimento “bombástico” do candidato, dando demasiada evidência a ele nos meios de comunicação. Abre-se a possibilidade para uma grande transferência de votos, sobretudo de quem já pretende optar pela esquerda (Ciro Gomes, Guilherme Boulos e Marina Silva);

  1. Nada me leva a crer piamente que os levantamentos dos institutos de pesquisa são realmente honestos, que estes não aumentem ou diminuam a perspectiva de intenção de voto em um ou outro candidato, deste modo induzindo o voto dos eleitores mais desavisados (podem, inclusive, já estar fazendo isso, relativizando a real percentagem de votos que o candidato Jair Bolsonaro realmente teria, jogando-a para baixo).

Principalmente após a eleição nos Estados Unidos em 2016, onde durante a campanha algumas pesquisas apontavam vitória de Hilary Clinton por 90% contra Donald Trump. Também a eleição para prefeitura de São Paulo no mesmo ano de 2016, em que não se cogitava nem nas mais otimistas pesquisas dentro do próprio PSDB a vitória de João Dória em primeiro turno, as dúvidas com relação à veracidade dos métodos adotados ficaram ainda mais em foco. Fora isso, pessoas ligadas a institutos que declaram abertamente seu apoio, preferência ou descontentamento com relação a candidatos (como é o notório caso da diretora do IBOPE que lamentou por Lula não poder concorrer ao pleito de 2018);

  1. Ao empurrar goela abaixo das pessoas um cenário onde não haveria chance de vitória do candidato Jair Bolsonaro contra qualquer outro em segundo turno -o que nós, que estamos “aqui fora” no mundo real, na realidade do povo, sabemos ser difícil, dado o grande apoio e prestígio popular (espontâneos, é bom que se diga, sem uma militância paga para tal) que ele possui em todas as regiões do país.

Transparece-me que isso pode já ser um movimento prévio e estratégico, destinado unicamente a nos fazer crer no resultado falso fruto de uma possível armação. Se revisitarmos 2014, nos lembrando da apertada margem de vitória da ex-presidente Dilma Roussef, e somarmos a isso o elemento já citado na introdução deste texto (a respeito da contagem secreta dos votos), podemos começar a ficar ligeiramente preocupados, para dizer o mínimo.

As pesquisas já apontam uma margem apertada de vitória dos candidatos contra Bolsonaro em um cenário de segundo turno –não há uma margem folgada de intenção de voto para ninguém contra ele.

Isto torna a possibilidade de fraude mais que provável, uma vez que acostuma os ouvidos de todos ao um resultado final apertado, com uma vitória de Ciro Gomes, ou até mesmo Fernando Haddad. Mesmo que a realidade diga o contrário, haverá uma série de pesquisas prévias que “já alertavam que seria esse o cenário” -eles dirão. Muitos sites da esquerda já têm adotado esse discurso, como é o caso desse que compartilhei com você.

Não podemos duvidar, nem desmerecer, da força do Estamento Burocrático no Brasil -que se aliou a uma boa parte da mídia, inclusive (caso não saiba o que é “estamento burocrático”, é urgente que você clique aqui!). Não vejo muito o que possamos fazer a respeito, uma vez que sem a possibilidade de impressão (barrada pelo TSE), a conferência material dos votos nos torna mais uma vez reféns de computadores dirigidos pelo Estado brasileiro, totalmente aparelhado de militantes após 13 anos de governo petista, e uma empresa Venezuelana de reputação duvidosa.

Dentre as poucas possibilidades, posso humildemente indicar a você eleitor (de quem quer que seja):

  1. Baixe um aplicativo de celular chamado: totalização paralela das eleições (pode ser baixado nas lojas de aplicativos Play Store/Apple Store ou por este link). Por ele você poderá contribuir para uma computação paralela de votos;
  2. Além disso há uma campanha para que uma última pesquisa seja feita antes da eleição, por uma empresa totalmente imparcial, com uma metodologia diferente da que estamos acostumados aqui no Brasil -o que pode nos trazer uma leitura diferente do que temos visto nas mídias, e mais próxima da realidade que temos visto nas ruas. Empresas como essa previram a eleição de Trump nos EUA, quando os institutos tradicionais diziam o oposto (você pode saber mais a respeito disso clicando aqui);
  3. E, para mim, creio que alertar e compartilhar essas informações com o máximo de pessoas seja o fator mais importante, pois geraria um engajamento maior em torno dessas pautas. Procure também acompanhar pessoas sérias e imparciais, fora da grande mídia, como é o caso de Filipe G. Martins e do grupo Terça Livre.

Estejamos atentos, os tempos são sombrios. Para quem está disposto a matar um sujeito em plena luz do dia a facadas, burlar um sistema eletrônico e fraudar umas pesquisas eleitorais não é nada.

Que Deus tenha piedade de nós.

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