qua. dez 19th, 2018

Futebol Brasileiro: o palanque comunista

Por: André Guedes

No Brasil, gostar de futebol é quase uma obrigação, tendo em vista ser o esporte mais popular tanto em nossa república, de alcance mundial. O que as pessoas ainda não sabem é que futebol e política estão unidos há muito tempo, e o esporte é usado também como palanque de muitos pensamentos políticos.

Um caso recente chocou grande parte de torcedores do Palmeiras, após o jogador Felipe Melo dedicar um gol ao presidenciável Jair Messias Bolsonaro. Muitos torcedores, por meio das redes sociais da equipe alviverde, pediram firmemente o afastamento do atleta, alegando que ele não poderia ter manifestado sua opinião de forma pública. Não bastasse a atitude vergonhosa de parte da torcida palmeirense, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva estuda julgar o caso, mesmo não existindo uma pena específica na justiça desportiva para a atitude do jogador.

Voltando um pouco no tempo, mais precisamente na era do regime militar brasileiro, a equipe do Corinthians, por meio de seu proeminente meio campista Sócrates, um participante ativo de comícios e passeatas, buscava por meio do conhecido movimento “Diretas Já” o fim daquele regime no Brasil. Um dos grandes aliados de Sócrates nessa empreitada foi João Saldanha, jornalista e ex-técnico da Seleção Brasileira de Futebol. João, além dessas profissões, exercia importante papel no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e declarava de forma aberta sua oposição ao governo militar.

A famigerada esquerda Brasileira, se incrustrou no Estado brasileiro de todas as formas possíveis desde a saída do militarismo em 1985. Como sabemos, o comunismo começa a ganhar forças assim que passa a influenciar, por infiltração de ideias, todas as partes e castas de uma sociedade. Durante anos, os que levantam a bandeira do socialismo usam do esporte para promover a filosofia esquerdista, e por tabela seus líderes. Parece haver um ambiente aberto para todos, porém, quando alguém tenta expressar uma opinião contrária à dos “tolerantes da esquerda”, eles acabam atacando de todas as formas possíveis a liberdade de expressão.

Principalmente no futebol, a força da esquerda é perturbadora e esquizofrênica. Equipes desportivas já dedicaram até mesmo o espaço de seus uniformes para genocidas, torturadores e ditadores como Che Guevara. É o caso do Madureira, time do Rio de Janeiro que em 2013 lançou uma camiseta homenageando o guerrilheiro comunista Argentino/Cubano.

A pergunta que fica é: por quê não há punição para esses tipos de apoio? Somente quando a oposição a esse tipo de coisa ganha forma é que as liberdades passam a ser tolhidas.
Outra área não distinta no futebol em que há a relação político-esportiva, é a das Torcidas Organizadas. Algumas delas foram criadas com viés totalmente ideológico, principalmente nos últimos 10 anos. Torcidas classificadas como “Antifascistas” ganharam espaço dentro dos estádios brasileiros. Mas, em tempo, o torcedor de bem vem combatendo essas organizações. Alguns exemplos dessas torcidas são encontrados em: Palmeiras (Palmeiras Antifascista), Grêmio (Grêmio Antifascista), Ferroviário AC (Fortuna), São Paulo Futebol Clube (Bonde do Che), Corinthians (Pavilhão 9), Internacional RS (Turbinada), entre outras. Na verdade, elas pregam e o anti-fascismo no futebol e no país, mas não entendem que o fascismo é o socialismo que defendem travestido de uma outra forma.

E não é só no Brasil que essa represália à ideologia de direita acontece. Nos países Europeus, mais especificamente nos que sofrem com a crise migratória, torcedores vêm de alguma forma levantando a bandeira do comunismo. Torcidas como a do Livorno da Itália, Borussia Dortmund – ALE, e também algumas do Paris Saint-Germain, são fiéis seguidoras da ideologia marxista, buscam ganhar espaços no futebol, transformando-o em palanque comunista, de modo a que isso chegue à política de alguma forma. É a ocupação de todos os espaços tão pregada por Antônio Gramsci.

Infelizmente o Futebol Brasileiro vem sendo vítima da proliferação esquerdista, assim como várias outras áreas da nossa amada pátria. Estado, igrejas, escolas, universidades, e agora, o futebol. Porém combateremos isso como bons filhos que não fogem à luta. O futebol tem de ser um local democrático, e por isso mesmo, sem viés ideológico e partidário como vem ocorrendo.

Que todos possam ser livres para expressar suas opiniões. Deixemos o futebol somente como diversão e profissão para as pessoas!

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