qua. dez 19th, 2018

Houve um homem… e o elogio à sua sabedoria

Por: Ítalo Bianchi

Parafraseando o apóstolo João, escrevendo seu Evangelho no capítulo 1 – versículo 6, poderíamos trazer para a nossa realidade a mesma ideia, só que da seguinte forma: Nas décadas de 1980 e 1990, houve um homem de visão ampla. Um homem, como que enviado por Deus para alertar a todo um país. Um homem que tinha postura, caráter, reputação ilibada.

Um homem que foi injustiçado, pois -quase- todos na imprensa, na política, nas universidades, nas igrejas e paróquias, em tantos outros lugares, o classificaram como um lunático, numa época em que tão claramente expunha suas ideias e teses. Um homem que ousou denunciar poderosos e seus interesses espúrios dentro e fora da nação. Um homem que ganhou a vida estudando e não vagabundeando, fazendo greves.

Um homem cujo partido o qual ele fundou não pregou o fim da corrupção e das oligarquias coronelistas e mais ética na política, enquanto, ao mesmo tempo, tramava planos sujos para sustentar seu projeto de poder com base na espoliação das empresas estatais, compra do congresso nacional -mais conhecido como mensalão– e com arranjos supranacionais para dominar com sua ideologia todo um continente. Ao contrário, esse que classificaram como extremista de direita, amava sua pátria e a queria bem, jamais almejou o poder pelo poder, por isso era tão explícito em suas ideias e opiniões, gostasse quem gostasse, doesse quem doesse, independente de angariarem votos. Um homem que salvou mentes com suas ideias e vidas com suas mãos, pois era médico cardiologista.

Houve um homem que expressou com palavras o quão bem queria sua nação. Um homem que trouxe lucidez à política nacional. Um homem que queria plantar crianças inteligentes hoje, para colher um país sólido, rico e próspero amanhã. Um homem que tinha visão de futuro, que estava pelo menos 20 anos adiantado no tempo e já via o mal intelectual que assolava a nação e os frutos podres colheríamos por plantar tanta indecência e ideias erradas em nossas crianças; o futuro não seria bondoso, e hoje, de fato, vemos que não foi. Um homem que foi reconhecido tardiamente, mas que deixou seu legado que atinge os jovens hoje, e os que o viram e somente agora, já maduros, perceberam o tamanho da oportunidade perdida.

Houve um tempo em que a sabedoria, através dele, gritava nas ruas, no rádio e na televisão, nos portões e nas praças, dizendo aos brasileiros: “gente louca, até quando continuarão nesta loucura? Até quando irão zombar da sabedoria? Será que nunca aprenderão?”, como fez o sábio no primeiro capítulo, versos 22 e 23, de Provérbios.

O tempo passou, más escolhas nos trouxeram um futuro sombrio: desemprego, inflação, crise política, ética e a população novamente enganada, comprada pela miséria do “bolsa-família” que a manteve todos esses anos na mesma situação, enquanto os detentores do poder fizeram para si milhões com corrupção, tudo isso bancado pelo voto. Uma ideologia perversa foi posta em prática, todo um continente arregimentado a partir da articulação tupiniquim, passando a orbitar em torno da degradação moral, do roubo ao erário público, perseguição aos valores tradicionais e à religião cristã através de leis cada vez mais cerceadoras.

Será que percebemos? Será que aprendemos? Será que realmente entendemos que esse mal que nos assola vem de uma cultura apodrecida, bancada por uma pseudo-intelectualidade universitária e por alguns políticos e partidos revolucionários que bancam esse novo estilo de sociedade? Será que percebemos o alargamento do poder estatal sobre nós, comprado a troco de saúde de graça, mas de má qualidade. Educação de graça, mas que só ensina porcarias aos nossos filhos, quando não os deixam mais burros.

Agora, em 2018, coisa se repete. Quase que como uma intervenção divina, numa história mitológica que, em algum momento tendo chegado a imaginar que tudo estava perdido, o inimigo sem baixar a guarda da revolução de mentes que controla as consciências da sociedade à qual nos subordinou, e a pensar que sua causa já era ganha, o cenário se altera. Ressurge como que do mundo dos mortos, como uma ressurreição ao terceiro dia contrapondo uma desesperança anterior, um personagem que pode aliviar o peso de nossos ombros. Tão preparado quanto seu predecessor.

Você se considera preparado para entender em quem votar nas próximas eleições? Qual deve ser sua postura mediante pessoas e organizações que querem te manipular (órgãos de mídia, grandes partidos políticos, ONG’s, igrejas e visões teológicas)? Você percebe o grau de importância que há em seu voto, nas suas mãos, para o futuro da nação, seus filhos e netos? Que país você quer para eles, um que os ensine a serem drogados, lascivos, pervertidos, sodomitas e homossexuais, alvos fáceis de doutrinação e manipulação? Será que já não estamos nesse rumo? Quem sabe ainda há tempo de mudança. E, se houver, aí você estará implicado! Sua decisão o coloca como centro do rumo da nossa nação.

Não caiamos no mesmo erro do passado. Ou vamos repetir, se pudermos, nos lamentando, daqui há uns anos: “houve um homem, em 2018, chamado Jair Messias Bolsonaro… mas não o recebemos, não o elegemos”. Hoje, sei que posso dizer, me lamentando: houve um homem, em 1989, chamado Enéas Ferreira Carneiro. Como que enviado por Deus, dizendo verdades inauditas e alertando perigos, que, por meio dele, todos poderiam ter ouvido e crido. Mas o povo não o quis receber, não lhe deu ouvidos. Preferiu Luís Inácio Lula da Silva, Fernando Henrique Cardoso e Dilma Roussef, e agora estamos aqui, vítimas dos experimentos sociais da esquerda brasileira, vendo o país imerso na corrupção e na mais grave crise econômica de seus 517 anos.

Que Deus tenha piedade desta nação!

 

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!

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